terça-feira, 20 de abril de 2010

Por Karla Fioravante...

Estive pensando… Ainda estou aprendendo a utilizar as palavras. Cheguei à conclusão que talvez nunca aprenda, pois, sempre haverá o que dizer. E mesmo quando não houver o silêncio fala o que as palavras não falam. Hoje eu sou silêncio, no entanto, as palavras gritam. Nunca diremos ou escreveremos tudo. Montar frases também requer bom gosto, bom gosto é relativo. Depende da ótica de quem lê.


Escrever sobre a dor e o sofrimento é perceber detalhes que ainda não possuem a proteção de máscaras. Escrever sobre coisas que habitualmente ninguém percebe, pode ser apenas percepção. A escrita pode falar como estamos ou pode encobrir como estamos. Pode nos levar ao mais alto de uma montanha sem sair de nosso quarto. As pessoas podem ser vistas pequeninhas do alto de uma montanha, e podem estar bem perto e continuarem tão longe quanto se a observássemos lá de cima. Profundo conhecer alguém, de perto ou de longe, mas o conhecer é bem mais que o observar.

Ninguém vive a vida de outrem. Cada qual só pode viver a sua própria vida. Cada um pode viver suas dores e alegrias. Podemos compartilhar sentimentos com pessoas que amamos, e que fazem parte da nossa vida, mas, os afetos são individuais. Mesmo que recíprocos cada qual sente de uma maneira. Espera de uma maneira. Compadece-se de alguma maneira.

Estou buscando entender melhor as dores alheias, mas… Não saberia dizer o quanto dói no outro, ou o quanto dói em mim, mesmo que nos encontremos no decorrer da estrada. Travamos as nossas lutas, fizemos e faremos nossas escolhas, porém há de se ter humanidade em cada uma delas. Ninguém escolherá por nós. Apenas você pode fazer as suas escolhas, e eu as minhas. E ninguém viverá minhas escolhas. Posso fazer algumas pessoas sofrerem por minhas escolhas, você pelas suas, entretanto é individual.

Se eu não fizer reflexão de como vivo, no que creio, espero e, não tomar consciência dos meus atos tornar-me-ei alienada. Estagnada. A esmo… Portanto, sem individualidades demais ou de menos. Não podemos atribuir nossos passos a outrem, e muito menos quem somos a outrem. Não podemos atribuir nossos erros a outrem e nos tirar do alvo. Somos responsáveis por tudo aquilo que plantamos, colhemos e sonhamos. Não sejamos passivos a nós mesmos, nem fujamos daquilo que somos. Ainda a melhor maneira de ser é naturalmente nos permitindo através da nossa consciência. E do que assumimos como caminho a seguir.

Se ainda há muito a caminhar, por enquanto pense nos passos que você já deu, mas não se acomode… Tenho certeza que de alguma maneira isso ajudará no que ainda virá… Certas partes da sua história ainda você precisa contar para si mesmo… Conte!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Terapia Ocupacional

Terapia ocupacional é a arte e a ciência de ajudar pessoas a realizar as atividades diárias que são importantes para elas, apesar da debilidade, incapacidade ou deficiências. "Ocupação" em terapia ocupacional não se refere simplesmente a profissões ou a treinamentos profissionais, refere-se também a todas as atividades que ocupam o tempo das pessoas e dão sentido a suas vidas. Na terminologia da terapia ocupacional, essas atividades são denominadas áreas de performance ocupacional que podem ser divididas em Atividades Diárias, Atividades Laborativas e Atividades de Lazer e Diversão (AOTA,1994).